Meu Perfil
BRASIL, Sul, Curitiba, 16 aninhos... morena clara, 1,68 de alt 49 kg... sou, Mulher, Arte e cultura, Ler... tocar... é isso aí...



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 21/03/2004 a 27/03/2004
 07/03/2004 a 13/03/2004


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Música: algo em mim...
 

 

Lindo isso naum? o som entaum... claro... em boas mãos. Que tal ouvir Vivaldi...  eh o que estou fazendo... "Cavalleria rusticana" admiro essa composição... adoro ouvi-la... me faz bem.

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 Escrito por Hellen Karoliny às 19h43 [] [envie esta mensagem]



IGNORÂNCIA:

Comercial da Skol é anticultural


    A nova campanha publicitária da Cervejaria Skol, A Experiência é
extremamente anticultural e deveria ser retirada de circulação. No
comercial, pessoas são levadas para "A ilha quadrada", onde é feita uma
experiência. Pretende-se analisar o comportamento das pessoas nessa ilha,
que tomarão apenas cerveja quadrada. O resultado obtido é que as pessoas
passam a ouvir música clássica, enquanto na ilha redonda toca muito rock"n
roll. Nada contra o rock, gosto muito. Mas a Skol quis dizer, em alto e bom
som, que a música clássica é quadrada, careta, coisa de nerd ou idiota.
    O governo gasta milhões de reais anualmente para manter conservatórios e
faculdades de música funcionando e para pagar salários de regentes e
instrumentistas, tudo para melhorar a cultura no Brasil, levar a música
clássica a todos os cantos e aproximar o povo do que há de melhor no mundo
musical.
    Enquanto isso, porém, um grupo publicitário formado por pessoas
ignorantes e sem cultura nenhuma, cria uma propaganda de cerveja exibida no
horário nobre da televisão, denegrindo explicitamente a música clássica.
    Mesmo você que não costuma ouvir música clássica, pense pelo lado da
cultura brasileira. Nosso povo já é tão ignorante, as pessoas facilmente
tornam-se fãs de lixos como a lacraia, o belo e o dylon... Pense nos rios de
dinheiro que o governo gasta incentivando a boa música, no esforço dos
músicos que passam normalmente 5 horas por dia estudando seu instrumento.
Infelizmente, com esse tipo de propaganda, todo esse esforço desce redondo
pelo ralo.
    Conforme consultei no site da empresa, estamos apenas no primeiro
episódio de A Experiência. Imaginem o que vem por aí. Ajudem a impedir a
exibição desse comercial. Assine e passe para todos da sua lista.

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 Escrito por Hellen Karoliny às 18h16 [] [envie esta mensagem]



Villa Lobos

Não só foi o maior compositor brasileiro mas certamente um dos maiores músicos de nosso século, ao lado de Bartok e Stravinsky. Sua obra vastíssima combina elementos genuinamente brasileiros a toda sofisticação da tradição musical europeia. Alguns de meus favoritos são as peças para violão, incluindo os prelúdios e o concerto para violão e orquestra; os monumentais quartetos de cordas, as bachianas brasileiras, que são as peças mais conhecidas e tocadas.

Beethoven

Não é possível pensar na música do ocidente sem Ludwig van Beethoven. Para mim Beethoven representa vários papéis. Primeiro, ele é o mago da música, que me encanta sem cessar com cada peça que ouço pela primeira vez e com cada audição das peças já conhecidas. Mas sua música não apenas encanta, ela nos transforma. Beethoven continua sendo um dos grandes mestres da humanidade. Finalmente, Beethoven representa para mim a realização plena do ideal iluminista na forma de música. Em suas obras brilha a luz da razão.

 

Esse é um comentário de César Dantas de Castro... na verdade eu não o conheço... entrei no seu site por acaso e achei essas criticas positivas em relação a compositores tão conhecidos e tão maravilhosos, copiei pois achei um bom tema para se comentar... eh com vc's.

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 Escrito por Hellen Karoliny às 22h04 [] [envie esta mensagem]



 

Colecionadores de sons


Excêntricos? Loucos? Os colecionadores de discos se dedicam a pesquisar, comprar e guardar LPs e CDs pelo puro prazer de ouvir – e ter sempre à mão – gravações de seus artistas prediletos

Desde a infância, muitas pessoas se dedicam a colecionar alguma coisa. Selos, moedas, figurinhas, papéis de carta. A motivação é sempre a mesma: a paixão pelo objeto, ou pela história que ele carrega em si. E é justamente essa ‘história’, condensada em uma bolacha de vinil – atualmente substituída por um pequeno disco chamado CD –, que move o colecionador apaixonado por música. “Sou um comprador compulsivo e compro de todas as maneiras, lojas e Internet, principalmente. Se vou a uma apresentação de uma determinada orquestra e gosto muito, adquiro tudo que eles já produziram”, revela Sérgio Martins, subeditor de cultura da revista Veja, que conta com cerca de 10 mil discos em sua variada coleção.

No quesito ‘paixão’, poucos podem se comparar ao empresário paulista José Buck, que possui boa parte de toda a discografia do trompetista Chet Baker, de quem é admirador desde a adolescência. “Sou um dos maiores colecionadores de Chet Baker do mundo. Mas ainda há coisas que ele gravou em pequenas tiragens que eu persigo em um trabalho semelhante ao de um detetive”, conta o empresário, que tem ainda outra paixão, a música Insensatez, de Tom Jobim. São dezenas de versões diferentes dessa mesma música. "O número de gravações gira em torno de 250, e eu tenho cerca de 195", afirma.

Mas porque decidir colecionar discografias tão específicas? Como construir um critério para sua coleção de LPs e CDs? Mário Rosito, vice-presidente da Shell no Brasil e grande amante de MPB e jazz diz que o mais importante é ter alguns pontos básicos sobre gêneros que você realmente aprecia, e a partir daí começar a busca. Um exemplo: Você gosta de jazz, e dentro dele, que possui vários subgêneros, é fã do beebop, que nasceu nos anos 40 e alcançou o auge entre a década de 50 e metade dos anos 60. Então pode focar nos principais discos produzidos nesses anos ou até em quais artistas foram influenciados por ele. Pronto, você já construiu uma base para sua coleção.

Segundo Sérgio, o mais importante é não ter preconceito. "Eu, por exemplo, nunca imaginei que um dia fosse gostar de música erudita, e hoje gosto muito". A opinião é compartilhada por Buck, que mesmo com seus inúmeros discos de Chet Baker, também adora música caipira e óperas. "Um bom colecionador de discos deve ter em mente o que gostaria de colecionar, ter força de vontade para pesquisar incansavelmente, e um pouco de dinheiro, para investir no hobby", aconselha.

E se a obsessão por determinada música ou estilo parece loucura, a forma de conservar seus objetos de adoração não preocupa a maioria dos colecionadores, pois segundo resume Sérgio, o que vem em primeiro lugar é sempre a música. Para ele, o importante mesmo é manter a paixão acesa. "Pesquise e leia muito. De revistas especializadas e sites da Internet a biografias de músicos, e procure sempre trocar idéias e experiências com amigos que também apreciem música", diz.

 

 

Isso eh taum lindo!!! fico imaginando... a música fascina até os que nem a entendem de certa forma... amo a música desde pequena, embora naum seja muito grande... mas quando comecei a estudar td era e é muito encantador, e os que nunca estudaram ou coisa assim? a idolatram soh pelo ouvir... isso me encanta.

Bom, como viram... esse vai ser um blog espetacular... com matérias, notícias e td sobre a verdadeira cultura... a Música.

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 Escrito por Hellen Karoliny às 21h57 [] [envie esta mensagem]