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BRASIL, Sul, Curitiba, 16 aninhos... morena clara, 1,68 de alt 49 kg... sou, Mulher, Arte e cultura, Ler... tocar... é isso aí...



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Música: algo em mim...
 

Talento ou mistério subliminar?

 

 

Estava vagando pela net, e numa das minhas visitas em um site em que costumo freqüentar me deparo com os seguintes comentários:

 

“Mozart: quando a audição fala mais alto.”

 

O jovem Mozart ouviu certa vez uma composição polifônica executada pelo coral da Capela Sistina no Vaticano. A complexa partitura era um segredo guardado pela igreja por muitas décadas. Para Mozart, foi suficiente ouvi-la apenas uma vez, para poder transcrever a composição de memória. Ele foi capaz de captar cada uma das quatro vozes separada e coletivamente, vertical e horizontalmente.

 

 

“Os olhos de Beethoven”

 

Uma das maiores obras da música clássica ocidental, a “Nona Sinfonia” de Beethoven foi composta quando o compositor já estava completamente surdo. Ou seja, o autor nunca ouviu sua obra sendo executada. Neste caso ocorreu o que chamamos de sinestesia, onde a percepção visual da partitura estimulou ou substituiu a auditiva. Na verdade, ele “viu” a música.

 

 

(Transcrito da A era da manipulação por BRYAN KEY)

 

 

Nesses comentários sobre grandes compositores da nossa música, eles identificam esse talento ocular como mensagem subliminar, ou seja, algo que tenha sido feito para ‘atacar’ o nosso sub - consciente. Como você os classifica? Não acho que seja algo de outro mundo, isso é talento, incrível, admito, mas não deixa de ser algo real e sem perigo nenhum com relação à nossa mente.

 

 

 

texto

 Escrito por Hellen Karoliny às 18h25 [] [envie esta mensagem]